Minha vida não é um funil de vendas
Maternidade, trabalho, viagem, opinião e publicidade cabem na mesma marca quando existe um fio condutor.
Por muito tempo, a internet ensinou que uma marca pessoal precisa escolher: ou você mostra a vida, ou trabalha. Ou fala de maternidade, ou fala de publicidade. Ou viaja, ou preserva o nicho.
Eu não quero escolher. Não porque qualquer coisa serve, mas porque o que une o meu conteúdo não é um tema. Sou eu: a forma como observo, interpreto e transformo o que acontece em comunicação.
Uma foto pode continuar sendo só uma foto. Uma história pode existir sem preparar uma oferta. E, ainda assim, o conjunto revela repertório, senso estético, opinião e jeito de pensar.
Minha marca não existe apesar da minha vida. Ela existe justamente por causa dela. É isso que permite vender sem viver o tempo inteiro em modo de venda.